sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Um dia. Parte III

Lá, no confim
onde as areias mergulham,
na beira do sol e da paz

No dia da alvorada de pesca,
onde as garras do mato divisam
pela maciez do azul imensurável

Nasce o tempo de colheita de rúcula,
de sí-lá-bas;
As letras emanam e se enraízam,
amalg(amam)!!

Aos berros,
os versos dançam...
inebriados do lusco-fusco,
harmonizados em sifônia,
diante a batida dos dias
regidos pela orbita do ar

Estranheza no fragor, 
do alvoroço, 
dos dias transatos

Na sentença do diatribes 
(a)versões.
Rapsodo daqueles dias transatos
Afim de largar a feição
Ser artífice e contemplador
da sua comunhão de essência.

Um dia.

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